Artigo

Money 20/20 USA: Sinais, não fricção 

Publicado: 6 de novembro de 2025 Atualizado: 5 de agosto de 2026 3 min
Estefanía López Ucendo Jiménez Digital Content Manager

Las Vegas não brilha apenas sob suas luzes de néon. É uma cidade onde mais de 15 bilhões de dólares circulam todos os anos, e não é coincidência que o evento financeiro mais importante do mundo aconteça lá. 
Em meio à agitação de mais de 6.000 participantes, a lição mais valiosa foi mais silenciosa: a fraude agora se move na velocidade da inteligência artificial, e a defesa deve funcionar como um sistema nervoso, não como um muro. 
Não se trata de adicionar etapas, mas de ouvir melhor e coletar dados para tomar decisões mais inteligentes. 

Se você lidera áreas de Compliance, Fraude, Tecnologia (CIO/CTO) ou se interessa pelo setor financeiro, este conteúdo é para você. 
Não é um resumo de palestras — é uma análise sobre o que mudou e como se adaptar sem comprometer a experiência do usuário. 

O que mudou no setor financeiro 

IA está redefinindo fraude e lavagem de dinheiro 

Novos modelos de IA estão ajudando instituições financeiras a passar de abordagens reativas para estratégias preditivas, detectando anomalias em tempo real e antecipando ameaças. 
O foco está em conectar os pontos: correlacionar dispositivo, identidade, comportamento e transações para ter uma visão completa do risco. 

Compliance adaptativo e orientado por dados 

Com o aumento da complexidade dos crimes financeiros —de identidades sintéticas à lavagem entre blockchains—, as instituições estão repensando suas pilhas tecnológicas. 
Soluções adaptativas e baseadas em dados são agora essenciais para detectar riscos em ecossistemas tradicionais e cripto. 

Colaboração e inteligência de dados como nova resiliência 

Um dos principais recados do Money 20/20 foi a importância do compartilhamento de dados e da inteligência coletiva
O conceito de data stack —combinando sinais resistentes à IA, como histórico e autoridade— é fundamental para criar fontes de dados confiáveis. 
Consórcios e iniciativas de federated learning permitem que as instituições compartilhem informações de forma segura e fortaleçam a capacidade de detectar e responder a novos padrões de fraude. 

Catching fraud before it catches you  

Apresentamos o modelo Identity-First Security, que coloca a identidade no centro das decisões. 
A fraude opera em camadas: IDs sintéticos que passam pelo KYC, ataques que burlam o 2FA e redes de contas mula que crescem silenciosamente. 
Com o cibercrime custando bilhões por ano, o objetivo é claro: agir antes. 

Trabalhamos em três dimensões de proteção: 

  • Quem você é: identidade verificada com biometria avançada e prova de vida. 
  • O que você faz: análise comportamental e monitoramento de transações. 
  • Com quem você se conecta: inteligência de rede para identificar padrões suspeitos. 

Menos atrito para bons usuários, mais segurança quando o risco aumenta. 

O custo do cibercrime deve chegar a 10,5 trilhões de dólares por ano até 2025, como mostramos em nosso Fraud Intelligence Report. Por isso, atuamos em três dimensões de proteção, baseadas na verificação de quem você é, o que você faz e com quem se conecta. Descubra nosso portfólio completo de soluções. 

O Money 20/20 deixou claro: o setor financeiro entra em uma nova era, marcada por inteligência, interoperabilidade e confiança
Na Facephi, acreditamos que a base deste futuro está na identidade digital
proteger cada interação, fortalecer cada transação e garantir que as organizações estejam sempre um passo à frente da fraude. 

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